sábado, 19 de junho de 2010

Entrevista Sabonetes!

Primeira Entrevista do Daisies and Discoballs!
A entrevista também está disponível no http://radioblog-indie.blogspot.com/ um super blog de música indie nacional e internacional.  


Foi em 2004, no campus de Comunicações da Universidade Federal do Paraná, que os integrantes dos Sabonetes formaram a banda. Começaram a tocar covers em churrascos da faculdade e aos poucos foram encontrando seu som próprio. Depois de inumeráveis shows e a gravação do seu primeiro disco, a banda agora está disputando um prêmio na categoria Experimente do Multishow. Além disso, os Sabonetes já fizeram marcantes aparições nos canais da MTV e do Multishow alegrando todos com seu indie rock dançante. Apesar de todo esse sucesso a banda continua bem acessível e nunca deixa de dar atenção aos seus fãs, desde os mais antigos até os mais recentes. 
Pretendem tocar por todo o Brasil, então confira as datas da turnê e vá a um show!




Para aqueles que estão conhecendo a banda, como vocês descreveriam o seu som?
Rock em português. É bem abrangente, eu sei. Mas pelo menos não restringe a expectativa de quem ouve nossa música.


Quais são suas principais influências?
Beatles, Stones e os clássicos. E música brasileira.


No que estão trabalhando atualmente?
No momento preparamos o relançamento do nosso primeiro disco, que vai sair logo após a Copa pelo selo da Conteúdo Musical. E ao mesmo tempo, estamos fazendo muitos shows, pelo Brasil todo, divulgando essas músicas.


Com esses 6 anos de banda, quais histórias/momentos foram os mais marcantes até agora?
Tudo que girou em torno desse primeiro disco foi muito marcante. Criar as músicas, gravá-las o e depois o show de lançamento em janeiro deste ano em Curitiba, que foi muito especial. O show no Circo Voador também foi uma honra.


Como é o processo de composição da banda? Todos participam? Quem escreve as letras?
Não há um processo fixo, cada música é uma história diferente. As últimas músicas do disco foram terminadas com a participação de todos, em ensaio, até nas letras.


O que inspira vocês a comporem?
Roupas no varal, chuva de verão, dias soltos no quintal.


Percebo que vocês aproveitam a internet e redes sociais para tornarem-se mais acessíveis e atingir mais fãs. Podem falar mais sobre isso?
Usar a internet da melhor forma possível foi até agora nossa melhor alternativa. Estamos presentes nas redes sociais, produzimos vídeos e outros conteúdos para manter a banda sempre em evidência. Artistas maiores se deram conta da importância disso e contrataram assessores e empresas para essa finalidade. Nós fazemos por nós mesmos.


O que acham da cena indie atual no Brasil?
Conhecemos principalmente a de Curitiba, e de lá gostamos demais de muitas bandas. A de São Paulo tem a diferença de que aqui tem banda do Brasil inteiro, e tem coisa boa por aqui também, principalmente de fora. Enfim, todo mundo sabe que o meio independente está repleto de talentos. É só procurar.


Quais são seus planos para o futuro?
Continuar os shows, ainda não passamos pelo RS nem pelo nordeste. E daqui a uns meses, começar o trabalho para o segundo disco.


+ Sabonetes:
http://www.myspace.com/sabonetes
http://www.tramavirtual.com.br/sabonetes
http://twitter.com/sabonetes

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Olhos Abertos e Brilhantes (Pre-post Entrevista Sabonetes)

Os Sabonetes para mim não é apenas uma banda, mas sim uma marca. 

Conheci a banda quando tinha 16 anos. Eu estava naquela fase em que meus olhos ficavam bem abertos e brilhantes enquanto redescobria o mundo a minha volta. Foi naquela idade que come
çei a sair a noite. Procurava barzinhos legais onde tocassem bandas, pois eu mesma queria começar uma. Frequentei barzinhos como o antigo KorovaWonka, 92 graus, Porão do Rock e James e foi neles que descobri a cena alternativa de Curitiba. 

Os Sabonetes foi um pedaço essencial nessa descoberta.

Era uma noite bem agitada. Me lembro que minhas amigas não queriam ficar muito tempo no 
Korova, pois havia uma outra festa no James. A maioria delas foram indo embora ao longo da noite.Tocaram várias bandas naquele palco escuro, incluindo a banda mineira Monno (que aparecem num video uns posts atras). Curti bastante o som do Monno e talvez por isso ou por aquela minha agitação com tudo relacionado a música que decidi ficar até o final e ver todas as bandas. 

Estava sozinha, naquele andar de cima apertado, onde assisti os Sabonetes pela primeira vez. 
Curti muito mas muito o som deles. A sensação que eu tive era que eu não precisava ficar no meu quarto procurando e escutando bandas americanas, porque na minha frente eu escutava rock ao vivo. De lá em diante começei a frequentar shows deles, descobrir mais bandas e curtir a cena musical dessa cidade. 





Agora, eu volto de f
érias e vejo eles tocando- parece que volto a ter 16 anos. Vem com isso uma nostalgia daquela época e da pessoa que eu era. 

Mas, chega de papo 
nostálgico.. e vamo que vamo
Amanha posto a entrevista!

Abaixo um 
playlist dos meus covers preferidos que os soaps tocavam em seus shows:


quarta-feira, 16 de junho de 2010

Ch Ch Ch Ch Changes

Yesterday I learned how to play the piano part to "Changes" by David Bowie. It's awesome and so much fun to play. 

Yet, as I admired its clever chord progression, I kept thinking how hard it is to create something that sounds different and good at the same time. 

I really want to compose beautiful music, but it's frustrating how everything seems to have been done. It's sad when you play your composition and someone says "wow, this song sounds like that song from x artist." Even though it's rewarding to be compared to professional artists or songs, it's also upsetting.

Has everything been done already? Is that why there are so many covers? 

Maybe this is why we are using electronic sounds, because then the options are infinite. Before, we already had a good menu of chords to chose, instruments to play, melodies, solo's...but now with electronic music there are numerous options. 

But, then why is it still hard to come up with something that at least sounds original?

It's impossible to deny our musical heritage and predisposition, because these influences come from our musical history, cultural factors, and the environment we grew up. For example, there is a long history to why we associate major chords with 'happy' and minor chords with 'sad.'

Maybe the answer is breaking the rules and conventions. Go against what's instinctive. Go against I IV V progressions. Reinvent music.

But, hey, hasn't that been done already?

Song dedicated to this post:
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terça-feira, 15 de junho de 2010

E mais fotos do Mega Bazar Ludica...

Escuto do meu quarto cornetas soando com o entusiasmo típico antes de jogo da copa. Logo logo tem jogo e com isso vem aquele patriotismo brasileiro que ficou escondido nesses últimos quatro anos. Vou colocando as fotos que faltavam do Bazar rapidinho por que eu também não quero perder o jogo!
Vai Brasil!!!






Atak





Fuxicando Sobre Artes, Pé de Papel, Miriam Asanome, Meu Capricho

http://fuxicandosobreartes.blogspot.com/
http://www.flickr.com/photos/anakolitski/
http://mmmeucapricho.blogspot.com/
http://www.flickr.com/photos/miasanome/


Picnic de Elefante
Modelo: Emilie Winter

Oficina

E abaixo rola o clipe da banda curitibana Mordida.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Coreografia na Casa Vermelha

Além de exposições das confecções e artistas locais houve também apresentação de coreografia do Método DeRose. Foi uma coreografia linda e deixou todos com vontade de ver mais! Confira as fotos enquanto curte o playlist abaixo!


Instrutor André Bueno da Unidade Batel


O Método DeRose é uma filosofia de vida. É uma metodologia que aborda qualidade de vida, boa forma e alimentação, boas maneiras e cultura. Tem como algumas características fundamentais: a prática do SwáSthya Yôga completa, regras gerais de execução, sequênicas coreográficas, público identificado com a proposta, sentimento gregário, seriedade superlativa e alegria sincera.


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Para saber mais do Método DeRose basta visitar uma unidade em seu bairro ou dar uma olhada nos sites:

domingo, 13 de junho de 2010

A Casa Onde Tudo Aconteceu

O frio curitibano não atrapalhou o final de semana em que o Bazar Lúdica marcou presença na cena cultural da capital paranaense. 
O bazar foi repleto de estilistas e artistas locais que mostraram roupas, acessórios. cadernos, objetos decorativos, livros e LP's.




Abaixo estão só algumas das fotos do bazar que nesses três dias vou colocando. Podem contar com fotos revelando muitas tendências na moda. Também haverão fotos da apresentação coreográfica do Método De Rose. 
No final de cada post haverá uma listinha dos ateliês e seus sites.

Agora é só se divertir vendo as fotos enquanto escuta o playlist recomendado.


                                                   Orna Com Quê


                                              Agente Costura 
O conceito de reciclagem e inovação em prática.  A estilista Lisa Simpson costura, remenda e inova roupas novas com usadas e qualquer coisa que você imaginar.
MADE IN BRAZIL *Playlist Intencionalmente Nacional* 


                                               O Gato da Alice




                                         Uma Estampa So (o nome já diz tudo)


  

     
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Orna Com Quê
http://www.ornacomque.elo7.com.br/
    
Agente Costura
http://agentecostura.blogspot.com/