Era um domingo típico de Curitiba.
Aquele friozinho batia pelas ruas vazias. Mas, enquanto a maioria das pessoas estavam se acomodando com o Fantástico, um grupo de pessoas esperavam ansiosamente no James o show das bandas Apanhador Só e Banda Gentileza.
Foi entre conversas e comoção que o Apanhador Só cessou todo o barulho e trouxe consigo aquela música suave e vibrante. A banda, originalmente de Porto Alegre, tocou a maioria das músicas do seu álbum recém-lançado (que está disponível no www.apanhadorso.com ). O som rock/ experimental agradou todos assistindo, pois quem sabia as músicas cantava junto e quem não sabia curtia do mesmo jeito.
O show foi demais e por isso recomendo a todos dar uma olhadinha nas datas do Apanhador (siga os links no final do post). Gostei tanto, mas tanto que quis saber mais da banda e abaixo está o resultado. O próprio guitarista Felipe Zancanaro conta a historia da banda, influências e até o por quê da bicicleta! Confira!
Me conte um pouco da história da banda(a formação atual, história do nome, quando se conheceram... )
Bem, a Apanhador Só começou nos tempos de colégio, mas costumamos dizer que a banda começou mesmo quando lançamos o primeiro EP (Embrulho Pra Levar) em 2006. Foi um pouco antes disso que passamos a tocar nossas próprias músicas e esse lançamento serviu como um marco dentro da história da banda, já que foi a partir dele que começamos a ter algum público e fazer mais shows pela cidade. Eu entrei na banda para o lançamento desse EP, inclusive. Na época, éramos um quinteto e a Carina Levitan fazia a percussão-sucata. Agora ela tá morando fora do país e nós nos mantivemos um quarteto. De qualquer maneira, a Carina gravou boa parte das percussões desse álbum que a gente acabou de lançar em abril.
Quais são suas maiores influências?
É sempre complicado pontuar. Escutamos coisas bem diferentes uns dos outros. Do samba à música eletrônica, do rock ao jazz. Como viemos de diferentes formações, cada um traz o que gosta ou o que está ouvindo e com isso a gente faz um saladão musical, sem pensar nem discutir muito que tipo de som devemos fazer ou pra que lados temos que ir.
Fui a um show de vocês e a primeira coisa que me chamou a atenção foi a bicicleta no palco: como surgiu a idéia de usar bicicleta como instrumento?
Antigamente a banda ensaiava em uma garagem cheia de cacarecos. Um dia rolou um improviso com todos aqueles objetos e o resultado ficou muito bacana. A bicicleta era dos irmãos do Alexandre, de quando eles ainda eram crianças. Primeiro ela foi pedestal de prato improvisado e depois, meio que sem querer, virou a base do que veio a ser o nosso instrumento de percussão mais significativo.
Vocês tem bastantes elementos indie mas não deixam de incluir texturas de música brasileira. É importante para vocês manterem as raízes brasileiras?
Não é algo que a gente se esforce pra ter. É bem natural. Quando o Alexandre traz as músicas no violão, elas já vem com uma batidinha meio bossa, meio samba, então a brasilidade já está presente. Mas tem algumas músicas que saem de improvisos feitos em ensaios que fogem um pouco dessa lógica. É o caso de "Jesus, o Padeiro e o Coveiro", por exemplo.
Quais são os planos futuros da banda?
Queremos fazer cada vez mais shows, cada vez mais longe, cada vez melhores.
Estamos trabalhando em um videoclipe e seguimos fazendo músicas novas.
E, é claro, queremos saber quando vocês voltam para Curitiba?
Espero que muito em breve! O último show que fizemos, em maio, com a Banda Gentileza, foi incrível. Fomos recebidos como se estivéssemos em casa. Foi lindo!
+ Apanhador Só
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domingo, 4 de julho de 2010
domingo, 13 de junho de 2010
A Casa Onde Tudo Aconteceu
O frio curitibano não atrapalhou o final de semana em que o Bazar Lúdica marcou presença na cena cultural da capital paranaense.
O bazar foi repleto de estilistas e artistas locais que mostraram roupas, acessórios. cadernos, objetos decorativos, livros e LP's.
Abaixo estão só algumas das fotos do bazar que nesses três dias vou colocando. Podem contar com fotos revelando muitas tendências na moda. Também haverão fotos da apresentação coreográfica do Método De Rose.
No final de cada post haverá uma listinha dos ateliês e seus sites.
Agora é só se divertir vendo as fotos enquanto escuta o playlist recomendado.
Orna Com Quê
Agente Costura
O conceito de reciclagem e inovação em prática. A estilista Lisa Simpson costura, remenda e inova roupas novas com usadas e qualquer coisa que você imaginar.
O Gato da Alice
Uma Estampa So (o nome já diz tudo)
-------------------------------------------------------------------------------
Orna Com Quê
http://www.ornacomque.elo7.com.br/
Agente Costura
http://agentecostura.blogspot.com/
O bazar foi repleto de estilistas e artistas locais que mostraram roupas, acessórios. cadernos, objetos decorativos, livros e LP's.
Abaixo estão só algumas das fotos do bazar que nesses três dias vou colocando. Podem contar com fotos revelando muitas tendências na moda. Também haverão fotos da apresentação coreográfica do Método De Rose.
No final de cada post haverá uma listinha dos ateliês e seus sites.
Agora é só se divertir vendo as fotos enquanto escuta o playlist recomendado.
Orna Com Quê
Agente Costura
O conceito de reciclagem e inovação em prática. A estilista Lisa Simpson costura, remenda e inova roupas novas com usadas e qualquer coisa que você imaginar.
MADE IN BRAZIL *Playlist Intencionalmente Nacional*
O Gato da Alice
Uma Estampa So (o nome já diz tudo)
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Orna Com Quê
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domingo, 30 de maio de 2010
Hot Chocolate and Iced Tea in between words...
One of my eternal frustrations is not expressing myself the way I wished- which ideally would be both in Portuguese and English. It's just that there's some words that are better and precise in one of the languages. For example, the word 'chato' can't be perfectly translated in English (can any translation be perfect?)- it can mean a combination of annoying, boring, a pain in the ass...I'm still searching for that word.
I also miss writing in Portuguese. It gives a me different kind of feeling and satisfaction. When I write in Portuguese I feel more romantic and more poetic. Because of the Neo-Latin and Romance roots there is so much richness. It's a different me. Even when I speak it I feel differently. My voice pitch gets higher and I experience a strange sense of warmness. It's like drinking a mug of hot chocolate with little round marshmallows as you sit in your sofa with a blanket over your knees.
When I write in English I feel I can express myself more acutely. With English it's short, quick, and clear. When I speak I feel very straightforward. Speaking in English is like drinking a cold cup of Lemon Ice Tea in your patio on a breezing spring day.
This is one of the trees in front my house.
Language, translations, and multiculturalism intrigue me in so many ways. How is it that even aspects in personalities are transformed through language? And how can we further connect language and culture?
So here is a playlist dedicated to uma língua tão linda repleta de tantas cores e riquezas.
I also miss writing in Portuguese. It gives a me different kind of feeling and satisfaction. When I write in Portuguese I feel more romantic and more poetic. Because of the Neo-Latin and Romance roots there is so much richness. It's a different me. Even when I speak it I feel differently. My voice pitch gets higher and I experience a strange sense of warmness. It's like drinking a mug of hot chocolate with little round marshmallows as you sit in your sofa with a blanket over your knees.
When I write in English I feel I can express myself more acutely. With English it's short, quick, and clear. When I speak I feel very straightforward. Speaking in English is like drinking a cold cup of Lemon Ice Tea in your patio on a breezing spring day.
This is one of the trees in front my house.
Language, translations, and multiculturalism intrigue me in so many ways. How is it that even aspects in personalities are transformed through language? And how can we further connect language and culture?
So here is a playlist dedicated to uma língua tão linda repleta de tantas cores e riquezas.
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